Photo by Laura Granese / Colibri Workshop for the Innocence Project
Jermal Shuler, Marc Brittingham e Rasheed Turner saíram juntos em 26 de maio. Uma nova perícia sobre o horário da morte desfez um caso construído sobre uma única testemunha.
Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás?… A lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta.
Habacuque 1:2-4
Em 26 de maio de 2026, três homens da Filadélfia saíram juntos da prisão. Jermal Shuler, Marc Brittingham e Rasheed Turner haviam cumprido vinte e oito anos cada um pelo assassinato em 1997 de Essie May Thomas, uma viúva idosa. O caso se apoiava em uma única testemunha cujo relato não se sustentava. Não havia provas materiais. Uma nova perícia sobre o horário da morte finalmente provou isso.
Quando um cristão ouve isso, o reflexo é buscar uma moldura redentora. O tempo de Deus. Algo ele deve ter aprendido lá dentro. O reflexo é bem-intencionado. Também é uma forma de não chamar a coisa pelo nome.
Habacuque recusa esse movimento. Olha para a injustiça em seu país e diz a Deus que a lei deixou de funcionar e que os ímpios estão vencendo. Não suaviza. Não justifica o tempo. A queixa fica registrada como Escritura.
Vinte e oito anos foram tirados desses três homens. Não lhes foram dados por uma razão. Habacuque é a permissão para dizer isso em voz alta sem perder Deus ao dizê-lo.
