Em 1957, ele fechou a porta do quarto, largou a heroína de vez e prometeu a Deus música que fizesse os outros felizes. Os filhos dele agora abrem o mesmo quarto ao bairro inteiro.
Por um século, a castanheira sobreviveu como raízes lançando brotos condenados. Jó um dia olhou para um toco e sentiu inveja dele.
Escreveu 50 livros a lápis na terra que sua família cultivava desde 1803. Quando morreu na segunda-feira, aos 92 anos, gente que não concorda em nada chorou junto.
Um pizzaiolo do Bronx alimentou a mulher que comia do seu lixo e pendurou um convite aos famintos. Uma carta antiga pergunta quanto valem palavras gentis sem almoço.
Amy-Jill Levine passou décadas ensinando cristãos a ler o Novo Testamento sem caluniar judeus. Estudiosos católicos acabaram de elegê-la. Os ataques vieram rápido.
Um estudo de vinte anos diz que a pré-escola pública marcou 400 mil crianças. As manchetes disseram que isso prova. A Escritura tem um gênero para o que costuma valer.
Baleado defendendo os EUA no Panamá, condenado enquanto seu trauma de guerra ficava sem tratamento, e obrigado a deixar o único país que conhecia. Um perdão entreabre a porta.
Quarenta e sete estados, US$ 17 bilhões, uma vitória anunciada pela segurança infantil. Quem estuda essas plataformas não tem certeza de que algo mudou para uma criança.
Terceiro ano recorde de israelenses deixando o país. A história mais antiga sobre essa estrada se recusa a chamá-la de covardia ou de consciência.
Uma conta de US$ 1.373. A energia cortada num verão que pode matar. Por trás dos cortes, uma disputa sobre quem paga a sobrecarga da rede.